Na primeira noite em Vílnius, aproveitamos a ida ao shopping, onde fomos jantar pela astronómica quantia de 3,5eur por pessoa, para ir às compras ao supermercado .
Como nada tinhamos, entre os básicos, os acessórios e a vodka saímos de lá com 10kg ou mais cada um. Ora dali até casa são uns 25 minutos a pé, a subir, por passeios manhosos... Não me parece!!!
Ainda só tinhamos andado da saída do supermercado até à porta de saída do shopping e os braços já davam sinais de "vai-te lixar que eu não aguento!".
Miraculosamente, como um oasis no meio do deserto, eis que deparamos com..... XARAM! Um carrinho de compras! Um verdadeiro achado neste país. Como aqui é tudo teso como um carapau, compram só o mínimo. Alguém que necessite de usar um carrinho de compras é raríssimo! Por isso o supermercado do shopping mais frequentado da capital só tem meia dúzia deles.
Claro que o senso comum diz-nos que só devem ser usados até ao veículo, nunca até casa. Mas como os meus braços não têm senso comum viro-me para a seguraça\ recepcionista e pergunto se podemos levar o carro. Como ela não percebia inglês, só abanava a cabeça enquanto falava o seu estranho dialecto. A malta já se tinha conformado e partido com as sacas na mão, mas lá faço um derradeiro esforço e enquanto gesticulo \ aponto com as mãos só digo: Bags, Car, Go? Ela acenou que sim!! Não há nada como falar à homo erectus para que toda a gente nos entenda.
É verdade, tentem isto da próxima vez que forem ao estrangeiro.
Ou então não, ou então a gaja pensou que eu só queria levar o carrinho até ao meu suposto automóvel. Ya! Deve ter sido mesmo isso. Temos pena! Levamos à mesma o carrinho até casa 1,5km dali. Eheheheh!
O aparato não passou despercebido, todos se riam à nossa passagem. Até um jovem parou a scooter no meio da rua só para fotografar os 3 mosqueteiros em mais uma figura... Riddickula!!
Paulo Cabral
Como nada tinhamos, entre os básicos, os acessórios e a vodka saímos de lá com 10kg ou mais cada um. Ora dali até casa são uns 25 minutos a pé, a subir, por passeios manhosos... Não me parece!!!
Ainda só tinhamos andado da saída do supermercado até à porta de saída do shopping e os braços já davam sinais de "vai-te lixar que eu não aguento!".
Miraculosamente, como um oasis no meio do deserto, eis que deparamos com..... XARAM! Um carrinho de compras! Um verdadeiro achado neste país. Como aqui é tudo teso como um carapau, compram só o mínimo. Alguém que necessite de usar um carrinho de compras é raríssimo! Por isso o supermercado do shopping mais frequentado da capital só tem meia dúzia deles.
Claro que o senso comum diz-nos que só devem ser usados até ao veículo, nunca até casa. Mas como os meus braços não têm senso comum viro-me para a seguraça\ recepcionista e pergunto se podemos levar o carro. Como ela não percebia inglês, só abanava a cabeça enquanto falava o seu estranho dialecto. A malta já se tinha conformado e partido com as sacas na mão, mas lá faço um derradeiro esforço e enquanto gesticulo \ aponto com as mãos só digo: Bags, Car, Go? Ela acenou que sim!! Não há nada como falar à homo erectus para que toda a gente nos entenda.
É verdade, tentem isto da próxima vez que forem ao estrangeiro.Ou então não, ou então a gaja pensou que eu só queria levar o carrinho até ao meu suposto automóvel. Ya! Deve ter sido mesmo isso. Temos pena! Levamos à mesma o carrinho até casa 1,5km dali. Eheheheh!
O aparato não passou despercebido, todos se riam à nossa passagem. Até um jovem parou a scooter no meio da rua só para fotografar os 3 mosqueteiros em mais uma figura... Riddickula!!
Paulo Cabral

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